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Em audiência da ALESP, representantes de vários setores discutem desenvolvimento regional

Douglas Cossi Fagundes
Da Redação

 

Em evento promovido pela Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP) na tarde desta segunda-feira (29), na Câmara, representantes de vários setores discutiram caminhos para o desenvolvimento de Ilha Solteira e região. A audiência, chamada de “Vocação Econômica e Tendências de Desenvolvimento da Região” foi conduzida pela Comissão de Assuntos Metropolitanos e Municipais, por iniciativa do deputado estadual Carlos Neder (PT), que é vice-presidente do órgão.

Para a comissão, a partir da vocação econômica de cada região, é preciso pensar ações para desenvolver a economia local e o progresso das cidades, respeitando suas características sociais, históricas e o meio ambiente. “Além da vocação econômica e tendências de desenvolvimento da região, o objetivo dessa reunião em Ilha Solteira é discutirmos ações e providências em relação à degradação do meio ambiente na região, em especial envolvendo o Rio Tietê, Rio Paraná, seus afluentes e o lençol freático”, aponta Neder.

A audiência contou com representantes da Prefeitura e Câmara de Ilha Solteira, UNESP, Tijoá, CTG, Fíbria (Três Lagoas), Associação Comercial e políticos de várias cidade da região. “Foi um evento, de grande importância, onde discutimos a vocação econômica de Ilha Solteira e região”, disse o vereador Antônio Carlos da Silva, o Toninho (PT).

O presidente da Câmara, vereador Rodrigo batista Gonçalves, o Kokim (PPS), lembrou que o legislativo ajuda a trilhar o caminho para um desenvolvimento sustentável e seguro de Ilha Solteira. “E para trilharmos esse caminho, é preciso saber que rumo seguir. Por isso, é importante sabermos qual é a nossa vocação. É o tecnológico? Da educação? Do turismo? São todos caminhos em que podemos colher bons resultados. Mas como buscar isso de foma segura e eficaz? Esse é o desafio dos governantes! Buscar alternativas que garantam desenvolvimento e qualidade de vida para a população”, disse Kokim.


Oportunidade perdida – O vereador Toninho lembrou que Ilha Solteira já perdeu oportunidades de buscar novas fontes de recursos, além do ICMS gerado pela usina, citando a criação de peixes em tanques-redes. Para ele, a cidade perdeu a oportunidade de se firmar como m pólo de criação de peixes em tanques-redes, e hoje vê Santa Fé do Sul despontar como umas das maiores criadoras de tilápia do país, atraindo investimento e gerando recursos. “Lá já tem fábrica de ração, frigorífico, empresas de fora instalando tanques-redes, laboratório de alevinos. Olha para onde Santa Fé do Sul foi. E o projeto começou em Ilha. E o que nós temos em Ilha, com esse rio do tamanho que nós temos? As condições de Ilha Solteira são infinitamente melhores que Santa Fé do Sul. E hoje eles estão lá, produzindo 40 mil toneladas de tilápia”, disse Toninho.

O vereador lembrou que quando o projeto começou, Ilha Solteira tinha uma arrecadação até 40% maior que Santa Fé do Sul. Hoje, a cidade arrecada mais que Ilha. “Ficamos vivendo do ICMS da usina, que é um fantasma, e não conseguimos trazer nada. E Santa Fé do Sul, que não tem um tostão de usina, já arrecada mais do que nós. Para você ver o que é aproveitar oportunidade”, finalizou Toninho.


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