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Ministro afirma que decisão sobre sede da usina é técnica e pode ser revista

Douglas Cossi Fagundes
Da Redação

Ricardo entrevistando Eduardo Braga; Ao fundo, o prefeito Bento Sgarboza (DEM) e o vereador Luís Otávio Collus de Paula (DEM) (Foto: Ricardo Casagrande) 

 

Em entrevista ao vereador e jornalista Ricardo Casagrande, da BAND FM, que esteve em Brasília esta semana, para discutir a localização da sede da usina de Ilha Solteira, hoje disputada por Ilha e Selvíria, no Mato Grosso do Sul, o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, disse que o órgão está tomando decisões técnicas, e não políticas.

 

O ministro disse essa é uma questão que vem se arrastando desde 2004 quando, indagada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANNEL), a CESP respondeu, em um documento de novembro de 2004, onde estão localizadas a casa de força e o barramento, tanto de Ilha Solteira como de Jupiá. “Esta informação é que acabou gerando toda essa discussão interna dentro da ANEEL, e que por via de consequência, tem posicionado o Ministério de Minas e Energia”, disse Braga.

A CESP teria repassado apenas uma coordenada da usina, o que colocaria a casa de força no Mato Grosso do Sul. Agora, a estatal paulista estaria corrigindo a informação, o que “devolveria” a usina para São Paulo.

O ministro afirmou que não resta dúvida de que essas informações, corrigidas apropriadamente, terão consequências administrativas e consequências legais. “Agora, é importante que todos saibam que essa não é uma decisão movida por questões políticas. Muito pelo contrário, isso é movido por decisões técnicas. Há uma informação que precisa ser revista. Há uma necessidade de se revisitar essas informações”, afirmou Braga.

Eduardo Braga disse que há tempo para mudanças, porque o leilão depende de uma Medida Provisória, que ainda está no Congresso Nacional. “Há tempo, sim, para que isso seja revisto”, disse o ministro.


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