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UNESP de Ilha produz equipamentos germicidas ultravioletas para limpeza de superfícies contra o Coronavírus

Douglas Cossi Fagundes
Da Redação

Professor Cláudio Carvalho, com um dos germicidas produzidos na UNESP

 

A UNESP de Ilha Solteira está produzindo equipamentos germicidas, que utilizam lâmpadas ultravioletas, para a limpeza de supefícies contra o Coronavírus (COVID-19). Os equipamentos serão distribuídos de graça para hospitais da região.

 

Responsável pelo projeto, o professor Cláudio Carvalho explica que que a Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira (FEIS/UNESP) possui cursos, com pessoal gabaritado e experiência para atuar no combate ao novo vírus. “Na universidade existe uma expertise em cada um dos cursos, que pode atacar, de diferentes maneiras, esse problema. A física, por exemplo, trabalha com vários tipos de radiação, que podem ajudar várias áreas, por exemplo, as áreas médicas e biológicas. Então, nada melhor do que juntar todas essas áreas e dar um apoio para a população nesta hora de precisão. Temos como um dos objetivos fazer pesquisa e retornar para a população, fazendo esses equipamentos, que podem ajudar, de maneira rápida e eficiente, no combate à essa pandemia”, explicou o professor Carvalho.

Na universidade, estão sendo produzidos dois tipos de equipamentos germicidas, um manual e outro em formato de rodo. Nos dois, são utilizadas um tipo de lâmpada que emite radiação ultravioleta que, ao incidir em superfícies, objetos, ambientes, como chão, móveis e até paredes, contribui com a eliminação de micro-organismos danosos a saúde humana, como é o caso do vírus que transmite a COVID-19. “O projeto foi desenvolvido e está sendo produzido dentro da UNESP de Ilha Solteira, em uma ação conjunta de vários departamentos”, informou Carvalho.

Como o projeto não possui financiamento externo e vem utilizando materiais já disponíveis na UNESP de Ilha Solteira, a produção é limitada. Por enquanto, foram produzidos quatro germicidas manuais e seis em formato de rodo. Mas como o custo não é alto, caso haja recursos, pode até ser montada uma linha de produção. “Mas isso dependerá da demanda”, explicou Carvalho.

Os equipamentos germicidas já produzidos serão distribuídos em hospitais da região. O de Ilha Solteira, por exemplo, receberá os primeiros equipamentos em breve.


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