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Ministério Público e rede de proteção desenvolverão ação com alunos da escola Urubupungá

Douglas Cossi Fagundes
Da Redação

 

O Ministério e a chamada “rede de proteção”, que reúne serviços como o Conselho Tutelar e o CREAS, em parceria com a Diretoria Regional de Ensino, desenvolverão uma ação piloto com alunos da escola estadual Urubupungá que, dependendo dos resultados, pode ser ampliada para outras unidades educacionais de Ilha Solteira.

 

O lançamento da ação, chamada de “Rede de Proteção em Ação: Unindo Esforços pela Educação”, aconteceu esta semana na escola Urubupungá. Além da participação de um grande número de pais, o evento reuniu a promotora Marília Mendonça Gomes, do juiz André Luiz Tomasi de Queiroz, da diretora regional de ensino Selênia Silvia Winter, do delegado Miguel Ângelo Micas, entre outros.

A ação surgiu depois de uma série de reuniões entre o Ministério Público e a rede de proteção, onde se detectou um número crescente de adolescentes envolvidos com entorpecentes, fazendo uso de drogas no interior do colégio ou nas suas imediações, além de alunos que estariam comercializando drogas dentro da escola, fatores que podem ser apontados com um dos principais causadores da evasão escolar e indisciplina dentro da sala de aula. “Essa ação surgiu a partir da necessidade de recuperar o adolescente que está envolvido no nefasto mundo das drogas, que por uso, que por comércio ilícito, e ainda conscientizá-los acerca da responsabilidade pelos seus atos. E, ainda, alertar os pais dos problemas enfrentados por seus filhos e mostrar-lhes todos os serviços oferecidos pela rede de proteção de Ilha Solteira”, informou o Ministério Público.

A ação começou com a reunião com os pais realizada esta semana, onde foi explicado o objetivo, o papel da rede de proteção e alertado sobre suas responsabilidades legais perante os seus filhos. Agora, será feito um mapeamento e elaboração de relatório pela direção da escola, dos menores com perfil de vulnerabilidade, problemas provocados por ele na unidade e as ações desenvolvidas pela escola.


Ações – Após a elaboração desse relatório, os pais desses menores serão convocados para reuniões com representantes do Ministério Público e rede protetiva, com o objetivo de ajudá-los com os problemas de seus filhos. Esses encontros também poderão ser individuais.

Também será feito um trabalho para inserção dos menores no mercado de trabalho, através de parcerias com empresários locais e órgãos públicos. Curso profissionalizantes também poderão ser oferecidos.

Paralelamente, o Ministério Público atuará em parceria com as Polícias Civil e Militar, juntamente com os responsáveis pela unidade escolar, para investigação dos casos de tráfico de drogas, abusos, exploração infantil, entre outros.

Pais e responsáveis dos menores encaminhados para rede, que insistirem no abandono intelectual de seus filhos, mesmo após acordo firmado com o Ministério Público, poderão ser responsabilizados judicialmente.

No final do ano, os resultados da ação serão avaliados, para verificar os resultados alcançados e a necessidade de manutenção para 2018.


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