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Após corte de 160 vagas, Alunos e professores dão abraço simbólico no prédio da UNESP

Douglas Cossi Fagundes
Da Redação

 

Depois do anúncio do fim do vestibular de meio, e o consequente corte de 160 vagas/ano na unidade ilhense, alunos e professores fizeram na manhã desta quarta-feira (20) uma manifestação e deram um abraço simbólico no prédio da UNESP de Ilha Solteira. O grupo também se reuniu com o prefeito Otávio Gomes (DEM).

Com o agravamento da crise financeira, a UNESP decidiu suspender o vestibular de meio de ano, após 18 edições. Segundo a reitoria, houve prejuízo de R$ 1 milhão nos últimos cinco anos com a prova e a baixa oferta de vagas não justifica a oferta do processo seletivo extra. A decisão impacta diretamente no número de alunos da unidade ilhense, que oferecia a maioria das vagas do chamado “vestibular de inverno”.

Segundo Berenice Damasceno, professora do Departamento de Matemática e integrante da Associação dos Docentes da UNESP (ADUNESP), disse que o abraço simbólico foi convocado, o momento na é difícil, principalmente na unidade ilhense, que acaba de perder 160 vagas. “Veio de cima para baixo esse corte de 160 vagas, do vestibular de meio de ano, e isso afeta várias cidades cidade, entre elas Ilha Solteira, além da própria UNESP. O que nó fizemos hoje foi um primeiro passo para que as pessoas, não só da cidade, vejam o que está acontecendo nos ajudem. No momento são 160 vagas a menos aqui, em Ilha Solteira. Mas pode acontecer fechamento de campus, junções. Temos muita pouca informação no momento. E nos não estamos, como comunidade, participando das decisões”, explicou a professora.

 

Já o professor Emanuel Rocha Woisky, do Departamento de Engenharia Mecânica e também integrante da ADUNESP, o manifesto também foi uma ação política, para chamar a atenção de lideranças da importância da UNESP para o Município. “Tomamos essa ação, de fazer uma discussão mais política, de chamar a atenção da importância da UNESP local para o Município, sensibilizando o prefeito para que eles se manifeste em todos os locais. Também pretendemos conversar com a Câmara. E na congregação universitária, vamos tentar colocar na pauta, a reafirmação da permanência do vestibular de meio de ano, embora ele esteja praticamente perdido. Mas devemos deixar registrado que a congregação é contrária ao fim do vestibular de meio de ano, e certamente reafirmar a importância da manutenção das vagas que estão sendo extintas junto com o vestibular. Vamos articular cada vez mais os três segmentos (docentes, funcionários e alunos). O motivo principal nosso é a UNESP, a sobrevivência da UNESP, permanência da UNESP, como universidade pública, gratuita e de qualidade”, disse Woisky.

Após a manifestação da UNESP, aluno e professores foram até a sede da Prefeitura de Ilha Solteira, onde se reuniram com o prefeito Otávio Gomes, que manifestou apoio à causa do grupo. “Como Unespiano, vindo dessa qualidade de ensino, eu assumo completamente. O que eu puder fazer pela UNESP, eu farei e brigarei por ela. Eu assumo o compromisso de brigar para que Ilha Solteira não só mantenha os cursos e vagas que já tem, mas de aumentar. Nós somos referência para o Brasil”, afirmou Gomes.


Próximo passo - O grupo tentará irá incluir na pauta da reunião da Congregação Universitária, marcada para a próxima segunda-feira (25), a discussão do fim do vestibular de meio de ano e o corte das 160 vagas na unidade ilhense.

Dependendo do que decidir a congregação, novas ações podem ser convocadas. Até mesmo uma greve está sendo cogitada.

 


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