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Julgamento terá impacto na corrida eleitoral de Ilha Solteira

Douglas Cossi Fagundes
Da Redação

O ex-prefeito Edson Gomes (Foto: Arquivo) 

 

Independente do resultado, o julgamento do ex-prefeito Edson Gomes, em segunda instância, por supostas irregularidades em contratos que dispensaram licitação, terá impacto na corrida eleitoral de Ilha Solteira. Se condenado, Edson estará impedido de disputar, pela terceira vez, a Prefeitura. Livre, ele deve confirmar sua pré-candidatura. O julgamento ocorre nesta segunda-feira (29).

 

O “desenrolar” da ação movida pelo “Ministério Público” vem sendo esperado com expectativa não só por aliados, mas também por adversários. Um resultado negativo para o ex-prefeito fortalece a oposição e deve deflagrar uma “guerra” no grupo que comanda Ilha Solteira há doze anos ininterruptos.

Os dois grupos que reúnem partidos de oposição ao atual Governo, “Avança Ilha, Vem com a Gente” e “Renove Ilha”, vem montando estratégias independente se Edson Gomes será ou não candidato. Mas a saída do ex-prefeito do “jogo” pode facilitar o caminho até a Prefeitura de Ilha Solteira.

Já os governistas esperam com ansiedade o resultado. Se inocentado na segunda, o grupo deve lançar, oficialmente, a pré-candidatura de Edson Gomes à Prefeitura de Ilha Solteira, que mesmo sem confirmar se entrará ou não na disputa, já vem tendo uma “rotina de candidato”. Confirmada a condenação da primeira instância, começará uma “corrida” pela vaga. Os vereadores Luís Otávio Collus de Paula (DEM) e Alberto dos Santos Jr. (PSB) já anunciaram que são pré-candidatos.


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