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Para combater a microcefalia, Ilha fará operação contra o aedes aegypti

Douglas Cossi Fagundes 
Da Redação

Objetivo é eliminar criadouros do mosquito

 

A partir desta segunda-feira (25), a Vigilância Sanitária inicia uma operação de combate à microcefalia, tendo como alvo o mosquito aedes aegypti, que transmite a dengue, o zika vírus e a chikungunya. Até sábado (30), agentes de endemias e de saúde estarão visitando todas as residências e comércios da cidade, para eliminar os criadouros.

 

A ação segue Plano traçado pelo Governo Federal, que está sendo desenvolvido em todo o país. Não há, por enquanto, nenhum caso registrado na cidade, que seja relacionada ao zika vírus.

Segundo João Cabral, da Vigilância Sanitária, o objetivo da ação é eliminar os criadouros do aedes aegypti. “Todos os nossos agentes e os agentes de saúde da família participarão. O objetivo é localizar e eliminar os criadouros”, disse Cabral.

A ação começará na segunda-feira (25), pelo Jardim Aeroporto. Depois segue pelo Nova Ilha, Ilha Bela, CDHU (Sonho Meu), Bela Vista e Jardim Novo Horizonte (terça-feira, 26), do passeio Manaus até a Praça dos Paiaguás (quarta-feira, 27), da Câmara Municipal até o campus central da UNESP (quinta-feira, 28), do Passeio Niterói até o condomínio Por do Sol (sexta-feira, 29) e da Praça dos Paiaguás até o Morumbi (sábado, 30).


Zika - Identificado pela primeira vez no país em abril de 2014, o zika vírus tem provocado intensa mobilização das autoridades de Saúde no país. Enquanto a doença costuma evoluir de forma benigna – com sintomas como febre, coceira e dores musculares – o que mais preocupa é a associação do vírus com outras doenças. O Ministério da Saúde já confirmou a relação do zika com a microcefalia, condição em que o bebê nasce com o crânio do tamanho menor do que o normal.


Dengue - A Vigilância Sanitária confirmou nesta sexta-feira (22), o segundo caso de dengue do ano em Ilha Solteira. Outros 30 exames aguardam resultado, o que pode aumentar o número de casos positivos.


Cuidados - Apesar de serem doenças diferentes, a forma de prevenção da dengue, zika vírus e chikungunya é a mesma: evitar a proliferação do mosquito, ou seja, erradicar locais de acúmulo de água parada. Se os criadouros não forem destruídos, além da dengue, há grandes chances de que haja uma epidemia de chikungunya e do zika vírus no país. “Apesar de ser uma doença nova, um vírus novo para a gente, os cuidados são os mesmos relacionados a dengue. Porque é o mesmo vetor (aedes aegypti), que circula na cidade, e é ele que temos que combater. Os mesmos cuidados precisam ser tomados”, informou a Vigilância Sanitária.


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