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Ilha confirma segundo caso de dengue do ano e Vigilância aplicará veneno na zona sul

Douglas Cossi Fagundes
Da Redação

 

Com a confirmação do segundo caso de dengue do ano em Ilha Solteira, a Vigilância Sanitária, seguindo determinação da SUCEN, voltará a aplicar veneno para combater o aedes aegypti que, também transmite o zika vírus e a chikungunya. O trabalho começa nesta segunda-feira (4), em parte da zona sul, na região próxima a escola estadual Léa Silva Moraes.

Depois do grande número de casos registrados em 2016 (foram 228), a cidade só havia registrado um caso da doença este ano, no último mês de maio. E antes dele, a cidade tinha ficado dez meses sem registros de dengue.

A Vigilância Sanitária vinha atribuindo o longo período sem dengue ao trabalho que vem sendo desenvolvido pelo órgão, principalmente com visitas dos agentes às casas aos sábados. “Ainda estamos encontrando muitas larvas e criadouros. Mas como estamos voltando mais rápido nas casas, principalmente com o trabalho que vem sendo realizado aos sábados, estamos conseguindo eliminar essas larvas e os criadouros. Do contrário, já teríamos registrados novos casos”, disse Márcia Rubio, Chefe da Vigilância Sanitária.


Veneno – O veneno que será utilizado tem o odor reduzido e não deixa camadas de gordura nos locais de aplicação.

De acordo com a Vigilância, antes o inseticida era diluído em óleo de soja, o que provocava um forte odor e deixava camadas de gordura nas paredes, pisos, janelas e portas das casas e comércios onde era aplicado. Agora, o veneno é diluído em água, o que diminui bastante o cheiro e elimina o problema da gordura. Com isso, a expectativa é que a aceitação da população aumente.

Vale ressaltar que a eficácia do veneno é a mesma. Quando aplicado, ele elimina os mosquitos que estiverem no local.


Como evitar a proliferação do mosquito transmissor da dengue, do zika vírus e da chikungunya


Apesar de serem doenças diferentes, a forma de prevenção da dengue, zika vírus e a chikungunya é a mesma: evitar a proliferação do mosquito, ou seja, erradicar locais de acúmulo de água parada.

A melhor maneira de evitar essas doenças é eliminando os criadouros do aedes aegypti, como latas, embalagens, copos plásticos, tampinhas de refrigerantes, pneus velhos, garrafas PET e de vidro vazias, que acumulam água parada, o que é ideal para a procriação do mosquito transmissor da dengue. Se precisar guardar alguns desses matérias, coloque-os em locais cobertos e secos. Garrafas devem ser armazenadas com a boca para baixo.
Também não deixe a água se acumular em vasinhos de plantas e jarros de flores. A dica é colocar areia no prato do vaso.
Caixas d’água, tambores, latões e cisternas devem ficar bem fechados, sem nenhuma fresta, para impedir a entrada do mosquito.
Feche bem os sacos plásticos e mantenha a lixeira bem tampada e seca.


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