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Ministério da Saúde coloca Ilha Solteira em alerta para o risco de surto de dengue, zika e chikungunya

Douglas Cossi Fagundes
Da Redação

 

Levantamento do Ministério da Saúde coloca Ilha Solteira em alerta para o risco de surto de dengue, zika e chikungunya em 2018. Os dados foram coletados entre janeiro e 15 de março de 2018.

O LIRA (Levantamento Rápido de Índices por Aedes aegypti ) é feito periodicamente pela pasta e tem o objetivo de monitorar o Aedes para planejar ações de intervenção -- a meta é evitar surtos e alertar a população para o risco de doenças associadas ao mosquito.

No levantamento, pesquisadores pegam uma amostra de domicílios em cada cidade para análise, onde são avaliados a quantidade de larvas de Aedes (antes do mosquito eclodir). Se mais de 4% dos imóveis apresentarem a larva ou o mosquito, há risco para surto. Se o índice for abaixo de 1%, a taxa é considerada satisfatória. Acima de 1% e abaixo de 4%, a cidade está em alerta para surto de dengue, zika e chikunguya.

Em Ilha Solteira, de acordo com o levantamento, o índice é de 1,8, o que coloca a cidade em situação de alerta.


Índice menor – O LIRA divulgado pelo Ministério da Saúde é menor que Avaliação de Densidade Larvária (ADL), realizado na cidade em abril e divulgado pela Vigilância Sanitária. O levantamento apontou um índice de 2,3% no número de criadouros encontrados nos imóveis pesquisados no Município. Em janeiro, essa mesma pesquisa realizada pelos agentes de saúde da equipe de Controle de Endemias, o índice registrado foi de 1.9%.

Ainda de acordo com a Vigilância Sanitária, os resultados das duas avaliações indicam que, em média, de cada cem casas pesquisadas, em duas são encontradas criadouros. Mas o problema é que, de uma para outra, a tendência é de alta. “Estes números preocupam, pois estamos entrando numa estação de estiagem. Os índices acima de um e até 3,9, são considerados como situação de alerta. Já superiores a 4, são tidos como risco de epidemia, segundo a Organização Mundial de Saúde”, informou a Vigilância Sanitária.


Como evitar a proliferação do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya


A melhor maneira de evitar as doenças é eliminar os criadouros, como latas, embalagens, copos plásticos, tampinhas de refrigerantes, pneus velhos, garrafas PET e de vidro vazias, que acumulam água parada, o que é ideal para a procriação do mosquito transmissor da dengue. Se precisar guardar alguns desses materiais, coloque-os em locais cobertos e secos. Garrafas devem ser armazenadas com a boca para baixo.
Também não deixe a água se acumular em vasinhos de plantas e jarros de flores. A dica é colocar areia no prato do vaso.
Caixas d’água, tambores, latões e cisternas devem ficar bem fechados, sem nenhuma fresta, para impedir a entrada do mosquito.
Feche bem os sacos plásticos e mantenha a lixeira bem tampada e seca.


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