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Dengue: Número de notificados em 2019 já supera o do ano passado

Douglas Cossi Fagundes
Da Redação

 

O número de notificados com suspeita de terem contraído dengue em 2019,já é maior do que o registrado em todo o ano passado.

 

De acordo com o último balanço divulgado pela Vigilância Sanitária, já são 636 as notificações em 2019, contra 416 em 2018.

O número e casos também segue a mesma tendência. Durante todo o ano de 2018, foram registrados 229. Já em 2019, por enquanto, o número chega a 166.

Apesar do número crescente de notificações e casos confirmações, a Vigilância informa que os registros vem diminuindo nos últimos. “Desde o início do ano, vínhamos recebendo várias notificações, diariamente. Agora, esse número diminuiu bastante, o que pode indicar uma queda no ritmo da doença em Ilha Solteira”, informou Simarley Matioli, da Vigilância Sanitária.

 


Larvas - Agentes da Vigilância Sanitária encontraram, durante a Avaliação de Densidade Larvária (ADL, realizada na semana passada, larvas em várias casas de Ilha Solteira. O material recolhido foi enviado para análise da SUCEN.

O porcentual do índice de infestação é estabelecido pelo número de imóveis visitados e da quantidade destes imóveis em que foram coletadas larvas do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, febre chikungunya, zika vírus, e febre amarela em áreas urbanas.

De acordo com o Ministério da Saúde, o ideal é que o Município atinja até 1% na ADL (uma casa com larva para cada cem visitadas). De 1% até 3,9% é considerado como situação de alerta e, superior a 4,0% dos imóveis visitados, existe risco de epidemia.

A ADL pauta o trabalho da Vigilância, nas ações de combate à dengue e outras doenças. Ela é realizada trimestralmente.

Segundo Rafael Mazzini, educador em saúde da Vigilância Sanitária, o resultado mostra que parte da população não vem colaborando com o combate ao mosquito transmissor da dengue e outras doenças. “Significa que a pessoa está deixando o criadouro, que é um possível foco para nascer o aedes aegypti e contaminar um certo raio daquela região onde ele foi encontrado”, explica Mazzini .

Para ele, é importante que todos adotem cuidados básicos, como verificar vasos de plantas, canaletas, fundo de geladeira que tem degelo automático e tampar garrafas expostas ou colocar em local coberto, além de tornar ambientes insalubres para a larva, usando água sanitária, detergente ou sal.


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