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Uma semana após morte, pulos ainda acontecem no “Paredão” e placas de aviso são vandalizadas

Douglas Cossi Fagundes
Da Redação

 

Uma semana após a morte de um estudante no “Paredão”, os pulos e os nados ainda são frequentes. Além disso, placas que reforçam o perigo, instaladas na semana passada, já foram vandalizadas.

 

Na tarde deste domingo (15), o ilhadenoticias.com flagrou dois adolescentes pulando várias vezes de cima de paredão. E moradores da região relatam que pouca coisa mudou desde o acidente do último dia 7.

Além do risco, uma das placas que foram instaladas no local para reforçar o perigo e pular e nadar no local, já foi vandaliza. A palavra “proibido” foi arrancada.


Paredão - Com vista privilegiada para importantes atrativos de Ilha Solteira, como a usina hidrelétrica e a ilha que dá nome ao Município, o “Paredão” é um mirante e o nado e os pulos são proibidos no local. O local, inclusive, é cercado.

Apesar da cerca, e da proibição, o local é bastante frequentado por jovens. E parte vai ao local para “pular do paredão”. Alguns, usam até bicicleta no salto.

Além da correnteza que existe no local, que fica à jusante da usina de Ilha Solteira, o que provavelmente pode ter contribuído para o afogamento do estudante, há relatos da existência de ferragens, ainda da época da construção da hidrelétrica, no fundo do rio e próximas ao “Paredão

Na semana passada, várias placas foram fixadas no local, indicando “área de risco”, “perigo: correnteza”, “proibido nadar ou pular”, “perigo de morte” e “Cuidado: águas profundas”.


O afogamento - De acordo com informações da Polícia Militar, o estudante e mais onze amigos foram até o “Paredão” na tarde deste sábado, onde alguns pularam em direção ao rio, à jusante da usina de Ilha Solteira e com forte correnteza. Quando o grupo já se preparava para ir embora, Renato avisou que ia pular. Ele saltou e se afogou.

Uma testemunha afirma que ao pular, Renato foi arrastado pela correnteza para longe do “Paredão”. Ao emergir pela primeira vez, ele já gritou por socorro. Ele afundou e voltou a emergir mais uma vez, ainda pedindo por socorro. Depois, afundou e não mais voltou.

O Corpo de Bombeiros informou que as buscas pelo estudante por volta das 18h00. Elas foram interrompidas ao anoitecer, devido à falta de visibilidade, e retomadas às 06h00 do dia 8. O corpo foi encontrado por volta das 08h45.


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