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The voting for this poll has ended ligado: 22 Jul 2018 - 00:00

Monitores são dispensados e Tempo Integral fica sem oficinas de dança e música

Douglas Cossi Fagundes
Da Redação

 

Monitores de dança e música foram dispensados pela empresa responsável pela contratação e, com isso, o Período em Tempo Integral, oferecido em parte das escolas da rede municipal de ensino, deve ficar sem as oficinas.

 

A empresa vinha sendo responsável pelas oficinas desde abril do ano passado. Em dezembro, após o fim do ano letivo, ela dispensou os 13 monitores de dança e os 13 de música. Como teve o contrato aditado para o início desse ano, ela recontratou parte dos funcionários, através de um contrato informal, com duração até o final de março, quando o contrato entre ela e o Município expira. Só que todos foram avisados na manhã desta segunda (12), em reunião na Secretaria de Educação, que estavam sendo dispensados, o que deve interromper as oficinas nas escolas.

A Prefeitura já abriu licitação para a contratação de uma nova empresa, que deve acontecer no fim deste mês. Só que não há prazo para a conclusão, já que pode haver adiamento e recursos. Até lá, as oficinas devem continuar suspensas.

A Secretaria de Educação que até que as oficinas de dança e música voltem a ser oferecidas, outras atividades serão desenvolvidas no Período em Tempo Integral, mas não divulgou quais.


Críticas – Na reunião, os monitores também reclamaram de salários atrasados e de pagamentos ainda pendentes, como FGTS. A empresa se comprometeu a analisar as reivindicações e fazer os pagamentos.

O vereador Dalmi Guedes Jr. (PSC) disse que foi informado de que a empresa recebeu o pagamento integral pelos serviços prestados no mês de dezembro, e não por apenas 15 dias. “Se ela recebeu, os monitores também tem esse direito. E não receber por apenas 15 dias, como foi feito”, disse Guedes.

Já o vereador Valdeci Ferreira Lima (PV) criticou a dispensa dos monitores antes do fim do contrato, afirmando que houve retaliação por eles estarem cobrado por seus direitos. “Eles estavam cobrando, pois se sentiam inseguros diante do contrato irregular que estava em vigor. Como se manifestaram, acabaram perdendo o emprego”, afirmou Lima.

Além de Dalmi e Valdeci, participaram da reunião o presidente da Câmara, Rodrigo Batista Gonçalves, o Kokim (PPS), e o vereador Eduardo Vasconcelos (PPS).

O presidente da Câmara critica a dispensa dos monitores, afirmando que isso prejudica os alunos, que ficarão sem as oficinas no Período em Tempo Integral. “Já sabiam que o contrato venceria agora. Mesmo assim, não fizeram a licitação com antecedência, para evitar que o programa fosse suspenso e os alunos prejudicados. Isso não poderia ter acontecido”, disse Kokim.

 


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